5 movimentos do morar que colocam portas e janelas no centro da arquitetura
Luz natural, integração com a paisagem, conforto, materialidade e identidade mostram como as esquadrias participam cada vez mais da experiência de habitar.
Visitar a CASACOR é observar, em escala real, os caminhos que a arquitetura está tomando.
Na edição São Paulo 2026, sob o tema “Mente e Coração”, os ambientes apontaram para uma casa mais sensorial, humana e conectada à natureza. Um morar em que estética e bem-estar caminham juntos e em que cada escolha participa da maneira como os espaços são vividos.
Para a Ullian, esse olhar ganha uma perspectiva particular. Afinal, portas e janelas estão justamente no encontro entre arquitetura e vida: controlam a entrada de luz e ventilação, protegem, conectam ambientes e estabelecem a relação entre dentro e fora.
A partir da visita à CASACOR SP 2026, reunimos cinco movimentos que ajudam a compreender esse novo jeito de habitar.
1. Luz que desenha o espaço

A luz natural ganhou protagonismo.
Mais do que iluminar os ambientes, ela aparece como elemento do próprio projeto, criando sombras, destacando texturas, transformando cores e modificando a atmosfera da casa ao longo do dia.
Nesse contexto, portas e janelas assumem uma função arquitetônica ainda mais evidente. Dimensões, posicionamento e tipos de abertura interferem diretamente na maneira como a luz entra e percorre os espaços.
A esquadria passa, portanto, a participar ativamente da composição do ambiente e da sensação que ele proporciona.
2. Dentro e fora em continuidade

Outro movimento muito presente é a aproximação entre arquitetura e natureza.
Jardins, varandas e áreas externas deixam de ser percebidos como espaços isolados e passam a estabelecer uma relação mais fluida com salas, cozinhas e áreas de convivência.
Grandes aberturas e portas de correr ajudam a construir essa continuidade, ampliando a percepção dos ambientes e permitindo que paisagem, iluminação e ventilação natural façam parte da experiência dentro da casa.
É uma arquitetura que cria conexões e faz os espaços respirarem.
3. A casa como refúgio

Em uma rotina marcada pelo excesso de estímulos, a casa reafirma seu papel como lugar de acolhimento.
Privacidade, silêncio, segurança e conforto ganham importância e passam a orientar decisões de projeto. E esse movimento amplia também o olhar sobre o desempenho dos elementos que compõem a construção.
Nas esquadrias, aspectos como vedação, proteção, controle de luminosidade e conforto acústico contribuem diretamente para a sensação de bem-estar.
É quando engenharia e arquitetura trabalham juntas para criar ambientes que protegem sem perder leveza, iluminação ou conexão com o exterior.
4. Matéria com significado

Madeira, pedra, vidro, metal e diferentes texturas aparecem combinados de maneira intencional nos projetos.
Mais do que revestir superfícies, os materiais ajudam a construir a identidade dos espaços.
Nesse cenário, alumínio e aço também ampliam sua participação na linguagem arquitetônica. Perfis, acabamentos, cores e proporções permitem que portas e janelas dialoguem com diferentes propostas estéticas, do contemporâneo ao atemporal.
A escolha da esquadria passa a considerar simultaneamente design, desempenho e durabilidade.
É um movimento que conversa diretamente com a maneira como a Ullian desenvolve suas soluções: transformar atributos técnicos em elementos capazes de contribuir para a arquitetura e para a experiência cotidiana.
5. Espaços com memória

Talvez um dos movimentos mais interessantes observados na mostra seja a valorização de casas menos genéricas e mais autorais.
Objetos pessoais, obras de arte, referências afetivas, materiais naturais e elementos ligados à memória ajudam a construir ambientes que contam histórias.
Portas e janelas também fazem parte desse repertório.
É por elas que vemos a paisagem mudar, recebemos pessoas, acompanhamos a luz durante o dia e estabelecemos diferentes relações entre os ambientes. São elementos permanentes da arquitetura, mas também testemunhas das rotinas que acontecem dentro dela.
Por isso, pensar uma esquadria significa pensar muito além de uma abertura na parede.
Por onde a arquitetura encontra a vida
A CASACOR SP 2026 reforça uma transformação importante: a arquitetura contemporânea está cada vez mais interessada em como os espaços são vividos.
Luz, ventilação, natureza, proteção, conforto, materialidade e identidade deixam de ser questões independentes e passam a fazer parte de uma mesma experiência.
É justamente nesse encontro que portas e janelas ganham protagonismo.
Desde 1949, a Ullian acompanha a evolução do morar brasileiro desenvolvendo soluções que unem funcionalidade, estética, proteção, conforto e durabilidade. Uma tradição construída olhando para o futuro e entendendo que inovar também significa acompanhar as novas maneiras de projetar e viver os espaços.
Porque arquitetura é forma, matéria e técnica. Mas é também encontro, passagem, paisagem e vida.
Ullian. Por onde a vida passa.


